Dia Internacional: Jovens celebram a inclusão apesar das dificuldades existentes

No dia 12 de agosto, por ocasião da Jornada Internacional da Juventude, o Conselho Mundial de Igrejas (CMI), a Federação Mundial Luterana e a Federação Mundial das Associações Cristãs de Estudantes convidaram os jovens a celebrar o dia no Centro Ecuménico de Bossey, na cidade de Genebra.

O evento elogiou um amplo entendimento da inclusão, reconhecendo os dons e abordando as preocupações e os desafios comuns dos jovens em todo o mundo.

“Precisamos transformar esse mundo juntos, não importa a nossa idade”, disse o Secretário Geral do Conselho Mundial de Igrejas (CMI), Rev. Dr Olav Fykse Tveit, no discurso de boas-vindas dirigido aos jovens participantes durante a sessão de abertura. “Eu acredito profundamente no poder transformador da juventude de hoje”.

O pastor Martin Junge, Secretário Geral da Federação Luterana Mundial (FLM), acrescenta: “Os jovens de hoje são incrivelmente talentosos, profundamente conectados entre eles e já contribuem concretamente para o renascimento das nossas Igrejas e comunidades. Esta geração também questiona certas práticas tradicionais, prioridades, valores e opiniões políticas”.

Necta Montes, Secretária Geral da Federação Mundial de Associações de Estudantes Cristãos, diz que “reunindo milhões de pessoas hoje, jovens e estudantes estão liderando acções para a mudança (…), vamos ouvi-los!”

Azeez Sadeq veio de Lyon, França, para fazer uma apresentação sobre migração e crise de refugiados. Ele compartilhou sua experiência pessoal como refugiado iraquiano na Europa Central, abordando não apenas a barreira do idioma, mas também como vive no seu novo ambiente.

“A Igreja deve confiar aos jovens, porque temos energia e a Igreja tem sabedoria. Vi a morte se aproximar, mas agora me vejo diante de pessoas que amam a vida, isso me permite perdoar as pessoas que me machucaram e acreditar que tudo é possível “.

Contribuições em vídeo de jovens do Quênia, Estados Unidos, Colômbia e África do Sul também estavam na agenda, seguidas de painéis de discussão sobre o clima, a justiça sensível as especificidades do gênero, a migração, a radicalização e educação.

“Os jovens não devem ser vistos como vítimas ou delinquentes mas como parceiros ao serviço de mudanças construtivas”, diz Jennifer Mathok sobre soluções para o extremismo radical e incentiva a repensar como jovens são percebidos.

Um apelo à acção foi sublinhado por todos jovens ingtervenientes, assim como a importância de fortalecer os vínculos, o diálogo e as redes de apoio.

O tema da Jornada Internacional da Juventude, declarada pela primeira vez pelas Nações Unidas em 2000, foi “Transformar a Educação”.

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