“Administração Participativa”: IEA quer mais envolvimento dos membros

A Igreja Evangélica de Angola (IEA) quer mais envolvimento dos seus membros no novo programa denominado Administração Participativa, inserido no lema “IEA em marcha com Bíblia, oração, trabalho e ordem”.

O Secretário Geral da IEA, Rev Estanislau Barros ao lançar o programa, reuniu dias atrás em separado, pastores da Região Eclesiástica de Luanda e dirigentes leigos da união masculina e feminina, juventude, departamentos e de grupos corais.

Na ocasião, pastor Barros disse que a Administração Participativa é sonho e esperança para as futuras gerações por ser instrumento necessário para juntar os intervenientes no processo de administração institucional.

O programa apela a cada participante conhecer, respeitar e considerar todos os intervenientes do processo, bem como contribuir com alegria com o seu ser, esforços, saber fazer, na causa de Cristo ou na obra de Deus, sublinha ainda.

Para ele, o novo programa tem como objectivo, levar todos intervenientes (líderes e liderados) a conhecer o passado, presente do estilo administrativo da IEA e perspectivar o futuro para as partes não ficarem confundidas na execução da obra de Deus.

Mostrar a necessidade da administração participativa e seus benefícios na vida de uma denominação religiosa, sonho e esperança; metas que devem ser atingidas e os resultados que devem apresentar; demonstrar a importância do envolvimento do membro da Igreja na realização de evangelização e actividade missionária, educação, saúde, ambiente, são entre os objectivos.

Dentro do programa, Estanislau Barros ladeado pelo Secretário Geral adjunto, disse que a Igreja precisa sair da visão sectorial para uma visão institucional pelo que apontou 8 pilares do Programa de Reabilitação da Visão da Missão Integral (Porvimigra) que se for aplicado à letra, muito se pode fazer para o desenvolvimento das missões. Quem deve fazer isso é o membro, recordou ainda o pastor, no encontro de auscultação.

A apresentação desse programa estenderá a todas as regiões eclesiásticas da IEA nas 18 Províncias do país incluindo a Igreja no Congo-Brazzaville e Namíbia onde os membros são convidados a assumirem um papel mais interventivo à altura dos desafios actuais.

 

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